Asociacion​es empresaria​les de Pontevedra y el Norte de Portugal consideran insuficien​tes descuentos a transporti​stas en autovías lusas

Descontos entre os 10 e os 25 por cento nas antigas SCUT do Norte

As três maiores associações empresariais do Minho e de Pontevedra, na Galiza, valorizam a medida tornada pública pelo secretario de Estado das Obras Públicas, Transportes e Comunicações – que definem descontos entre 10 e 25 por cento sobre o valor das portagens para viaturas de transportes -, mas consideram que esta iniciativa, embora meritória, é insuficiente para “travar as graves repercussões que a implementação de portagens está a provocar na atividade empresarial”.

Esta tomada de posição das três associações foi o resultado de uma reunião que decorreu no início desta semana e que juntou os presidentes da AIMinho – Associação Empresarial, António Marques, da AEVC – Associação Empresarial de Viana do Castelo, Luís Ceia, e da CEP – Confederação de Empresários de Pontevedra, José Manuel Fernandez Alvariño.

A cobrança de portagens nas antigas SCUT tem tido não só um impacto negativo nas empresas do setor dos transportes de mercadorias e de passageiros, como também nas empresas de outros setores de atividade que operam nestas regiões, adensando os seus problemas financeiros que decorrem da crise económica e comprometendo a sua viabilidade económica com inevitáveis efeitos sociais.

Em 2011, encerraram na Região Minho (distritos de Braga e de Viana do Castelo) 959 empresas, podendo estimar-se 2,6 empresas por dia, um dos valores mais elevados do País.

A AIMinho, a AEVC e a CEP consideram que embora esta medida traga mais qualidade e segurança para quem circula na estradas nacionais e nas antigas SCUT, pois contribui para hábitos de circulação até agora não viáveis – para além dos custos mais reduzidos, “continua a ser insuficiente, nomeadamente quanto à forma de pagamento das portagens pelos milhares de condutores espanhóis, quer particulares quer profissionais, que circulam nas estradas portuguesas. Está provado que a solução encontrada é pouco clara, complexa e extremamente burocrática, o que afasta turistas e condiciona gravemente o negócio numa região já de si desgastada pela crise económica e pelo drama social do desemprego”, referem os representantes das três associações empresariais do norte de Portugal e da Galiza.

A medida publicada em Diário da República no dia 10 de Fevereiro, assinada por Sérgio Monteiro, secretário de Estado das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, abrange os veículos das classes 2, 3 e 4 que estejam “afeitos ao transporte rodoviário de mercadorias por conta de outrem ou público” e define  descontos de 10 por cento nos dias úteis, entre as 07h00 e as 20h59 e de 25 por cento entre as 21h00 e as 06h59, sendo que ao domingo e feriados nacionais existirá um desconto de 25 por cento.

Braga, 15 de Fevereiro de 2012

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